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Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande oferece atendimento gratuito a associados

O Sindicato oferece assistência psicológica gratuita aos trabalhadores sindicalizados e dependentes. Por ano, são realizados em torno de 1,5 mil atendimentos, entre terapia individual, casal e familiar. A equipe atende crianças, adolescentes e adultos. A sessão semanal dura 50 minutos.


Os motivos que levam as pessoas a buscar o atendimento psicológico oferecido pelo Sindicato são vários. A depressão é um desses problemas, um dos mais comuns entre as enfermidades psiquiátricas. Qualquer pessoa está sujeita às alterações de humor, momentos difíceis na vida, tristeza, baixo astral, desânimo e pessimismo.


Algumas, mesmo atravessando uma fase ruim, mantém a rotina de trabalho, estudo, os afazeres domésticos, cuidados pessoais e demais atividades cotidianas. Reagem, procuram apoio para superar os problemas, dão a volta por cima. Outras, contudo, não conseguem lidar com as adversidades, situações estressantes e perdas e a tristeza profunda acaba se transformando em transtorno depressivo. Isolam-se e vivem em estado de luto permanente, sem vontade pra nada.


A psicóloga Ivete do Nascimento França, especialista em psicologia da saúde e psicologia organizacional e do trabalho, explica que a depressão pode ter origem hereditária, ou seja, a pessoa tem predisposição genética à patologia; ocorrer devido a alterações dos hormônios como a serotonina, dopomina e noradrenalina, os quais influenciam o humor, energia e a disposição do indivíduo; ou ser desencadeada por situações de grande impacto emocional e psicológico como a morte de pessoas queridas, fim de relacionamento afetivo ou conjugal, doenças, frustrações na vida pessoal e profissional, violência, assédio moral e sexual, estresse, entre outros fatores.


Algumas doenças (esclerose múltipla, derrame, hepatite, hipotireoidismo, apnéia do sono, hipertensão, insuficiência cardíaca, diabetes, como câncer e aids), medicamentos (cortisona, anfetaminas, pílulas anticoncepcionais, quimioterapia), álcool, drogas também podem levar à depressão.


“A depressão não é frescura. É um transtorno afetivo de humor que pode se tornar grave. Entre os principais sintomas, podemos destacar o rebaixamento do humor de alegria, choro sem motivo aparente e constante, sentimento de menos-valia, alteração do sono, alimentação, perda do desejo sexual, tristeza profunda, isolamento, falta de vontade para realizar tarefas cotidianas que antes fazia com interesse e prazer. Pode ocorrer perda ou ganho de peso, insônia, cansaço, fadiga, dores pelo corpo, sentimento de fracasso, culpa, raiva”, relata.


A psicóloga ressalta que os sintomas isolados não caracterizam um quadro depressivo. “Daí a necessidade de se buscar ajuda de um profissional para uma avaliação adequada. A depressão é um quadro muito sério e, portanto, o tratamento deve ser feito por um profissional da área de saúde mental, psicólogo, psiquiatra ou equipe multidisciplinar. O apoio da família e dos amigos também é essencial para a evolução do tratamento. A depressão tem cura se tratada adequadamente, com psicoterapia e acompanhamento médico, dependendo do grau da doença.”.


Para prevenir a depressão, é importante buscar o auto-conhecimento e a qualidade de vida, equilibrando os relacionamentos familiares, sociais e profissionais, praticando atividade física, cuidando da saúde e da alimentação, reservando tempo para o lazer e dormir bem. “É importante aprender a lidar com os problemas, conviver com eles e transformá-los em aprendizado. A pessoa deve se conhecer melhor e ter consciência de que é capaz e responsável pelo próprio amadurecimento. E quanto mais amparada pessoa estiver mais chance de cura”.


Ivete salienta que no ambiente de trabalho, a empresa pública ou privada deve promover a humanização. “Isto é pode ser feito através de programas motivacionais, dinâmicas de grupo, capacitação profissional, atendimento à saúde do trabalhador, enfim, o que for possível para integrar a equipe, valorizar e proporcionar o bem estar dos trabalhadores. O funcionário não é uma máquina, um número no registro do quadro funcional. Deve ser visto como um colaborador, alguém que contribui para o crescimento organizacional”.

Baixada Santista é uma das regiões mais acometida por raios do País

A praia não parece, mas é perigosa. Para se ter ideia, 80 pessoas morreram afogadas nas praias do litoral, sendo a metade apenas em Praia Grande, segundo dados do Corpo de bombeiros. Sumiço de crianças nas praias, problemas com intoxicação alimentar e queda de raios também precisam de atenção. De acordo com o Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Baixada Santista apresenta em média 9 raios por km² ao ano, enquanto a média brasileira é de 5 raios por por km², o que é considerado um índice alto. Somente nas tempestades de verão no final de 2013 e início de 2014, Santos foi atingida por 213 raios, média de 30 raios por dia. No ano passado a média chegou a 25 raios por dia, segundo o ELAT. Em 2012 ocorreram 12 mortes por raio no Estado de São Paulo, sendo uma no Guarujá e, no início da temporada de verão de 2013, dois turistas morreram vítimas de raios na praia de Bertioga. “O estudo estima que em 2070 o número médio de tempestades no sudeste será duas vezes maior em relação ao número atual, sendo que nas regiões litorâneas deverá ser três vezes maior”, disse o pesquisador e coordenador do ELAT, Osmar Pinto Junior.

O choque elétrico – Ocorre quando uma corrente elétrica circula pelo corpo de uma pessoa ou animal. Dependendo da intensidade da corrente e do tempo em que a mesma circula pelo corpo, poderão ocorrer consequências diversas: formigamento, dor, contrações violentas, queimaduras e morte. Se um raio cair diretamente sobre uma pessoa ou animal, dificilmente haverá salvação. Na maioria dos casos as pessoas não são atingidas diretamente. Quando um raio atinge uma torre ou uma edificação provoca uma circulação de corrente pelas partes metálicas da instalação atingida. No caso de uma torre de celular (muito comum em regiões como a nossa), as hastes metálicas conduzirão parte da corrente do raio e ficarão eletrificados. No caso de uma casa, os canos metálicos de água, os fios da instalação elétrica e as ferragens das lajes e colunas irão conduzir parte da corrente do raio e ficarão também “carregados de eletricidade”. Uma pessoa ou animal que esteja em contato ou até mesmo perto destas partes metálicas poderá tomar um choque violento. Mesmo no caso de um raio cair sobre uma estrutura que não tenha matais, como por exemplo, uma árvore, uma pessoa perto desta árvore poderá tomar um choque. Os valores das voltagens e correntes envolvidas no raio são tão grandes que ele faz a árvore se comportar como um condutor de eletricidade. Os raios podem provocar danos mecânicos, como por exemplo derrubar árvores ou até mesmo arrancar tijolos e telhas de uma casa.

Proteja-se de raios - Evite locais abertos como estacionamentos, praias, campos de futebol; Se estiver no mar durante a chuva, saia imediatamente; Mantenha distância de objetos altos e isolados (ex.: árvores e torres de telefonia); Não solte pipas neste momento; Não carregue objetos, como canos e varas de pesca; Evite andar de bicicleta ou motocicleta; Não deite no chão (caso esteja em local desabrigado e descampado; durante a tempestade magnética); Não utilize aparelhos de comunicação sem fio (mesmo os de telefonia celular); Caso esteja em um veículo, não saia, feche os vidros e não se encoste às partes metálicas.

Em determinados casos, pessoas são expostas a esses perigos durante suas tarefas. Este é o caso dos trabalhadores responsáveis pela limpeza e manutenção das praias. Os trabalhadores que exercem essa função, rastelando a areia após um dia uso intenso da praia pelos turistas, estão expostos a estes fenômenos por estarem totalmente desprotegidos e em um campo aberto como é a praia. “Nós orientamos a estes trabalhadores que parem o trabalho no caso de uma tempestade de verão. Não é seguro continuar o trabalho nessas condições”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande, Givanildo Berto da Silva. A entidade sindical luta há anos contra a ordem de continuar com os trabalhos mesmo durante as chuvas que sempre ocorrem nos fins de tarde e início de noite nesta época do ano. “É inadmissível que o trabalhador seja obrigado a continuar desempenhando o serviço nestas condições de risco. Não queremos que nenhum servidor sofra um acidente que pode ser fatal simplesmente para que se recolha o lixo da areia. O trabalho deve ser suspenso até que a tempestade cesse por completo”, completou o líder sindical. A orientação é que, caso o trabalhador se encontre nessa situação e a chefia insista que o trabalho seja feito mesmo durante a chuva, o trabalhador deve ligar imediatamente para um diretor sindical e informe a situação. “Não importa a hora. O servidor deve entrar em contato e informar a diretoria do sindicato para que as medidas sejam tomadas”, afirma o diretor de comunicação do Sindicato Praia Grande, Joilson Marcondes.
Em 2006, o Ministério da Saúde incluiu a técnica entre as Práticas Integrativas e Medicinas Complementares do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande disponibiliza aos servidores sindicalizados e dependentes um tratamento da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), a acupuntura. Para a Medicina Tradicional Chinesa, a má distribuição de energia vital é a causa das enfermidades. Assim, a acupuntura estimula alguns dos cerca de mil pontos existentes no corpo para reequilibrar o organismo.

Quando um órgão está debilitado, determinados pontos da pele manifestam maior sensibilidade. Observando esse fenômeno, há mais de três mil anos, os chineses concluíram que cada órgão possui um correspondente ponto específico, o qual, uma vez estimulado, pode aliviar a dor, prevenir e até tratar doenças. Assim nasceu a acupuntura, uma das mais importantes técnicas da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), introduzida no Brasil há mais de 40 anos. Considerada terapia complementar, desde 1995 é também reconhecida como especialidade médica. Em 2006, o Ministério da Saúde incluiu a técnica entre as Práticas Integrativas e Medicinas Complementares do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em média, o serviço de acupuntura do Sindicato recebe 150 pacientes ao mês. A responsável pelo serviço é a Dra. Patrícia Oliveira da Silva, especialista em acupuntura, eletroacupuntura, auriculoacupuntura e fitoterapia chinesa. Segundo ela, os atendimentos mais comuns são os ortopédicos, geralmente encaminhados pelo próprio setor de fisioterapia, tais como hérnia discal, lombalgias, distensões musculares, bursites e tendinites. “Apesar desse método terapêutico da medicina tradicional chinesa ser aplicado, com mais frequência, em pacientes que sofrem de dores, a acupuntura também é indicada para outros problemas de saúde. As técnicas também são aplicadas em pacientes com alergias respiratórias e, em especial, a rinite alérgica, asma, bronquite, problemas de fundo psicológico como a insônia, doenças do sistema digestivo, problemas neurológicos, doenças de pele como psoríase, as urticárias e alterações ginecológicas como tensão pré-menstrual (TPM) e a cólica menstrual” diz a especialista.

A acupuntura também vem sendo usada para reforçar a imunidade contra doenças infecciosas como as gripes e resfriados, além de melhorar o estado geral dos doentes de câncer. Cabe ressaltar que as agulhas são descartáveis, utilizadas uma única vez. As sessões de acupuntura acontecem nas terças-feiras, das 15 às 17 horas e nas sextas-feiras das 9 às 11 horas e das 14 às 16 horas. O tempo de tratamento varia de 20 a 30 sessões. Informações sobre agendamento de consultas podem ser solicitadas através do telefone 3499-1300.
Na clínica de fisioterapia, sindicalizados encontram profissionais qualificados e equipamentos que auxiliam na rápida recuperação Um dos maiores orgulhos da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande é a gama de serviços oferecidos aos sindicalizados e dependentes.

Dentre os serviços oferecidos, a área da saúde é, sem dúvida, uma das mais procuradas. Com profissionais como fisioterapeutas, psicólogas, fonoaudióloga e acupunturista, o setor é diariamente visitado pelos sindicalizados e dependentes que fazem tratamento com esses profissionais.

Recentemente, o Sindicato adquiriu novos equipamentos para auxiliar os pacientes que utilizam a clínica de fisioterapia da entidade. Uma esteira e uma bicicleta ergométrica, agora, fazem parte dos equipamentos que auxiliam o fisioterapeuta Carlos Eduardo Mourão. “Esses equipamentos ajudam muito na reabilitação do paciente tanto neurológico como ortopédico, promovendo uma melhora significativa da força muscular, da marcha e da amplitude dos movimentos”, disse o profissional. Desde 2007 que o Sindicato oferece aos seus associados a clínica de fisioterapia e, de lá pra cá, ela vem se modernizando sistematicamente. “Não adianta o profissional se esforçar para dar o melhor atendimento ao paciente se ele não possuir a ferramenta correta para tal. Mesmo antes dos novos equipamentos, já trabalhávamos com aparelhos como o T.E.N.S. (equipamento para eletro estimulação), ultrassom e infravermelho. Estes são apenas exemplos de tudo o que dispomos aqui na clínica”, completa Carlos.

Atendimento eficaz – O trabalho da clínica sempre é muito bem aceito pelos usuários. Em muitos casos, é uma saída para solucionar problemas urgentes dos sindicalizados. Para alguns associados, a demora em conseguir uma vaga em uma clínica pelo plano de saúde os faz optar pelo atendimento no Sindicato.

A cortesia e os sempre solícitos funcionários rendem elogios constantes ao departamento. “É muito bom ouvir de uma pessoa que chega até nós com problemas que, graças ao trabalho aqui realizado, ela está curada e se sente bem novamente. Isso nos dá muita força para continuar fazendo nosso trabalho sempre da melhor forma possível”, diz a coordenadora clínica, Alexandra Gaboni. A clínica de fisioterapia funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h e fica na sede do Sindicato Praia Grande, na avenida Brasil, 600, 9º andar, no edifício comercial Beatrix. Para o associado que precisa de mais informações, o telefone é o 3499-1300, ramal 1332.
O Sindicato dos Trabalhadores Municipais e a Prefeitura de Praia Grande estão prestes a concretizar acordo com relação à individualização das contas de FGTS de servidores contratados no período de 1967 a 1991. Ao fim do processo, cerca de 1.200 funcionários públicos serão beneficiados.

Na audiência realizada, no dia 2 de dezembro, na 2ª Vara da Justiça do Trabalho, a entidade sindical assumiu o compromisso de contratar um contabilista para calcular o valor de FGTS que cada servidor tem direito a receber. O juiz substituto, Igor Cardoso Garcia, determinou à Caixa Econômica Federal que forneça, no prazo de 90 dias, a relação de funcionários constantes nas guias de recolhimento de FGTS. A próxima audiência ocorrerá no dia 12 de maio de 2014. “Tentaremos concluir este levantamento o mais breve possível. Os trabalhadores já esperam, há muito tempo, para receber este dinheiro. O FGTS é patrimônio do trabalhador e o Sindicato vai lutar por isso”, disse o presidente Givanildo Berto da Silva.

O Sindicato ajuizou, no dia 15 de março, na Vara da Fazenda do Fórum da Comarca, ação ordinária para individualização das contas de FGTS de servidores, relativas ao período de 1967 a 1991. Cerca de 1.200 trabalhadores fazem parte desta ação coletiva. O presidente Gil explica que, no período de 1967 a 1991, a Prefeitura não recolheu regularmente o FGTS de funcionários. Segundo ele, em 1993, a Prefeitura parcelou, em 15 anos, junto à Caixa Econômica Federal, o passivo, porém, não foi feita a individualização das contas, ou seja, para que fossem depositados os valores correspondentes a cada conta vinculada ao trabalhador. Ao invés disso, os valores foram depositados em conta única e, com isso, estes funcionários não conseguiram receber o FGTS.

O Sindicato encaminhou, em outubro de 2012, um pedido administrativo, à Prefeitura, objetivando a individualização das contas. Como a Prefeitura não se manifestou, na época, o Sindicato ingressou com ação judicial coletiva. “Logo que o prefeito Alberto Mourão assumiu o cargo, colocamos o assunto em pauta e ele manifestou interesse em resolver o problema”, acrescentou Gil.

O presidente afirmou, ainda, que fará uma grande assembleia com todos os envolvidos e dará explicações a todos sobre os passos que estão sendo dados e em que fase o processo já se encontra. “Em breve teremos uma data para reunir todos os trabalhadores da ação coletiva para explicar exatamente qual o estágio em que está o processo e dirimir todas as dúvidas que eles possam ter, inclusive, sobre informações passadas por pessoas mal intencionadas que diziam que tínhamos perdido a ação”, concluiu.

Os servidores que ainda não fazem parte da ação têm até o dia 13 de dezembro para entregar a documentação necessária na sede do Sindicato.

“Cantinho Conviver” Oferece diversos cursos

Written by Wednesday, 18 December 2013 00:00


“Cantinho Conviver” oferece diversos cursos de artesanato além de uma terapia fantástica pra quem o procura.

Há mais de seis anos atendendo pessoas que buscam uma melhoria na renda familiar e, principalmente, àquelas que precisam de terapia ocupacional, o espaço é um verdadeiro sucesso entre os que frequentam os cursos

Um dos grandes orgulhos do Sindicato Praia Grande é, sem dúvida, o espaço conhecido como “Cantinho Conviver”. Criado em 2007, o “Cantinho” oferece, hoje, quinze cursos de artesanato a mais de 100 alunos. Para a diretora do espaço, Helga Aguiar, a missão é humanizar quem procura os cursos oferecidos. “Normalmente, quem procura os cursos são pessoas que buscam terapia e, também, aumento de renda familiar. Temos muitos casos de pessoas que, inclusive, diminuíram e até pararam com a medicação após iniciar suas atividades conosco”, disse a diretora sindical.

Para a artesã Thaís de Carvalho Alves Flávio, 35 anos, o curso de bonecas de pano foi providencial tanto para o aumento da sua renda familiar quanto para sua recuperação no tratamento psicológico. “Eu não sabia nem colocar a linha na máquina de costura quando cheguei aqui. Hoje, já até comprei minha própria máquina para fazer encomendas e ajudar a ampliar a renda da família. Adoro o curso e as pessoas aqui são como da família”, diz Thaís. Chegando ao “Cantinho” com o propósito de buscar uma terapia para o tratamento de síndrome do pânico, já está no curso há oito meses e é instruída pela professora Fátima Mendes que já faz parte do quadro de professores há cinco anos. “Os alunos adoram o ambiente porque, aqui, fazemos muitos amigos. Realmente é como uma grande família”, diz a professora Fátima.

Os cursos mais procurados são os de corte e costura, pathwork, pintura em tela, design de unhas e pat apliquê. Atualmente, o “Cantinho Conviver” conta com oito instrutores nas mais diversas áreas do artesanato. A interação entre os alunos e o clima fraterno faz com que pessoas de 12 aos 80 anos busquem os cursos. Esses alunos frequentam as aulas de segunda à sexta-feira das 9 às 18 horas na sede do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande que fica na Av. Brasil, 600, 9º andar, Praia Grande. Para mais informações, o telefone da entidade é o 3499-1300, o ramal do “Cantinho Conviver” é o 1324.
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